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FParceria do Distrito Federal com a sociedade civil beneficia jovens do sistema socioeducativo


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Parceria do Distrito Federal com a sociedade civil beneficia jovens do sistema socioeducativo

ONG do DF recebe recursos do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente e desenvolve atividades voltadas à ressocialização dos internos

Fonte: Agência Brasília

Ressocialização de internos do sistema socioeducativo do Distrito Federal. Esse é o ramo de atuação da Transforme ONG, uma das 13 entidades que receberam repasses do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente em 2016.

Por meio do programa Transformando a Realidade de Adolescentes no Sistema Socioeducativo, a Transforme promove oficinas de audiovisual e atendimentos em grupo ou individuais. A equipe conta com três psicólogos e um assistente social, que atuam nas Unidades de Internação de Brazlândia, de Santa Maria, de São Sebastião e de Saída Sistemática, no Recanto das Emas.

A entidade recebeu R$ 412.006 no ano passado para custear o trabalho. Com o dinheiro foram comprados: um carro para transportar a equipe e filmadoras para o trabalho em audiovisual, entre outros equipamentos. “Em um momento de falta de recursos, são programas como esse, possibilitados com repasses do governo, que fazem a diferença”, avalia a coordenadora da equipe técnica da Transforme, Daniela Lemos da Fonseca Ramos.

Quem decide o destino dos recursos do Fundo no Distrito Federal?

A maior execução da história do fundo que viabiliza programas para crianças e adolescentes foi definida pelo Conselho Distrital dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Formado por 15 representantes do governo de Brasília e 15 da sociedade civil, o Conselho acaba de empossar os novos, presidente e vice, para 2017. Uma das principais funções deles é liderar as discussões sobre para onde vão os recursos do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Segundo o novo presidente do Conselho e secretário adjunto de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude e presidente do conselho, Antônio Carlos Carvalho, a gestão dele buscará a desburocratização. “Com a nova lei do terceiro setor, algumas burocracias foram eliminadas, como a necessidade de contrapartida das organizações sociais. Notamos dificuldades processuais em propostas da sociedade civil e trabalhamos para diminuir as barreiras. Para 2017, já temos R$ 22 milhões aprovados em projetos da sociedade civil e R$ 9 milhões em projetos governamentais”, reforçou Antônio Carlos.

Para organizações como a Transforme, isso significa auxílio no custeio e no investimento. Para a população, a viabilização de políticas públicas.

Recursos executados no Distrito Federal por meio do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente

Ano

Montante executado (em R$)

2012

284.647

2013

1.256.645

2014

507.649

2015

3.967.642

2016

6.921.984

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